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segunda-feira, 5 de março de 2012

NÃO À DESTRUIÇÃO DO ARSENAL DO ALFEITE


Estado quer clientes civis para os Estaleiros do Alfeite
                                                                                                        
Fotografia © António Cotrim / Global Imagens

Os Estaleiros Navais de Alfeite vão reparar a corveta João Roby, uma encomenda que representa um encaixe de seis milhões de euros. Mas é preciso reduzir a ligação Estado/Alfeite.

"O processo João Roby estava já há um ano em curso, está fechado e essa é uma das intervenções que o Arsenal do Alfeite tem para fazer e que contribuirá para o incremento da atividade do próprio estaleiro", referiu o secretário de Estado da Defesa, Paulo Braga Lino.
O investimento foi aprovado pelo primeiro-ministro a 10 de fevereiro e publicado em Diário da República 10 dias depois, devendo o contrato estar fechado em abril.
A encomenda surge numa altura em que, segundo noticiou hoje a TSF, cerca de 600 trabalhadores dos estaleiros do Alfeite estão há vários dias sem trabalhar por não terem nada ou quase nada para fazer.
Segundo disse àquela rádio o sindicalista Rogério Caeiro, a situação é "confrangedora, porque neste momento temos 600 trabalhadores que se apresentam todos os dias no seu local de trabalho a fim de desempenhar a sua profissão, um direito que lhes é negado. Neste momento, podemos dizer que não há nada para fazer. A carteira de encomendas no Arsenal do Alfeite é zero".
Um problema que o Governo quer resolver, estando à procura, através da Empordef, de clientes civis para os Estaleiros Navais do Alfeite, detidos pelo Estado.

3 comentários:

  1. Acredito que os Estaleiros do Alfeite devem ser mais um ninho de afilhados que se habituaram a fazer muito pouco em troca de salários principescos que recebem.
    Negócios desses são a ruína de qualquer país e têm que ser travados a todo o custo. E se o não fizermos nunca mais saímos da cepa torta. Os dinheiros públicos não podem ser usados para manter este tipo de empregos.
    E mesmo que os navios de guerra estejam a cair aos bocados, quem não tem dinheiro não tem vícios!

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  2. Que os barcos não fiquem parados,
    No cais à espero dos bons políticos
    Governos muito mal formados
    Dando a quem não merece os benefícios

    Não é mentira o que estou a escrever,
    Mudam-se, mas a merda continuar
    Fazem leis pura e,simplesmente, por prazer
    Mandando cada vez mais trabalhadores para a rua.

    Um boa tarde para ti, amigo António.

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  3. Mais um que vai á vida, pelo menos é o que tudo indica, primeiro a vizinha Lisnave, outrora enorme e com trabalho para milhares, a seguir Viana do Castelo, e mais logo o Arsenal do Alfeite, para um Pais de Marinheiros e que deu Mundos ao Mundo, não se pode dizer que o rombo é pequeno, estamos fritos.
    Uma braço
    Virgilio

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