NATAL ILUMINADO DE ALEGRIA PARA TODOS!

NATAL ILUMINADO DE ALEGRIA PARA TODOS!

sábado, 31 de março de 2012

BONSOIR, MON AMOUR


É só o título da música, o que é que pensaram? Que passem todos/as um bom fim-de-semana, vou dar folga ao computador, fazer umas caminhadas, ver a Sagres pela 2ª vez na minha bonita cidade, Figueira da Foz, (Praia da Claridade), divirtam-se se puderem, aproveitem bem a vida, que só temos uma.

sexta-feira, 30 de março de 2012

NAVIO-ESCOLA SAGRES JÁ NAVEGA RUMO À FIGUEIRA DA FOZ

                                         DIAS DE PRIMAVERA NA PRAIA DA FIGUEIRA
                                   BEM-VINDOS À MINHA CIDADE "FILHOS DA ESCOLA"!
Foto da Sagres e texto é do jornal (O FIGUEIRENSE) de 30 de março de 2012, informa o mesmo jornal que há Figueirenses na tripulação, numa altura em que tanto se fala do regresso ao mar como desígnio Nacional, iniciativas destas podem ajudar a despertar nos mais jovens a vocação marítima.
Espero na próxima segunda feira, tirar umas fotos a bordo, em especial para mostrar aos ex. filhos da escola, que não podem vir à Figueira, Valdemar Alves (Austrália), Artur Sousa (Toronto) e Filipe (Paris)!
Para todos o meu grande abraço

terça-feira, 27 de março de 2012

ANGOLA E O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO


Luanda quer ver contribuições das suas línguas nacionais no Acordo Ortográfico.

Os nossos des/governantes mandam os nossos professores emigrarem, os Angolanos e Brasileiros, preparam-se para virem ensinar os nossos netos, não tenho nada contra estes povos, nossos irmãos que acolheram e acolhem bem os nossos emigrantes, mas por favor, nós que levá-mos bem longe a língua de Camões, não deixem que se afogue, nas águas profundas dos Oceanos, como deixaram que acontecesse com este lindo país que é meu e é Portugal e por ele jurei lutar e lutei, com sacrifício da própria vida.

domingo, 25 de março de 2012

ANTIGUIDADES

 A minha 1ª carta de condução, passada pelo Ministério da Marinha a 4 de outubro de 1968 com o Nº 2033 F
A minha 1ª máquina fotográfica, uma Halinar comprada em Maputo (Lourenço Marques) em 1965, cada objecto que guardo está repleto de boas recordações e saudades.

sexta-feira, 23 de março de 2012

SAGRES NA FIGUEIRA DA FOZ

                                                        (foto de "O Figueirense")


A SAGRES na Figueira da Foz de 1 a 3 de abril, aproveito para convidar os meus amigos, ex. Companheiros na Armada, a virem até à Figueira tomar uma sagres comigo.

CÁ ESTÃO ELES

                     Alguns dos novos accionistas da EDP e da REN na assembleia-geral de Fevereiro


Preparadíssimos para arrecadar 180 milhões de euros, em dividendos de 2011, deixando 35 milhões para o Estado, está explicada a razão, o porquê da minha fatura mensal da EDP ter subido cerca de 45%

quinta-feira, 22 de março de 2012

A PRIMAVERA

Olhos postos na terra tu virás
No ritmo da própria primavera
E como as flores e os animais
Abrirás as mãos de quem te espera
       (Eugénio de Andrade)

Depois do inverno, morte figurada
A primavera, uma assunção de flores
                  A vida
                  Renascida
                  E celebrada
Num festival de pétalas e cores
     (Miguel Torga)
   
                 

A UNIVERSIDADE DE COIMBRA E O BRASIL


A Universidade de Coimbra e o Brasil

Data de publicação: 22-02-2012 10:18
Papagaio
A Exposição procura realçar a importância da Universidade de Coimbra na história e cultura do Brasil, bem como o impacto deste país na própria Universidade, através dos muitos reitores, professores e alunos que nela deixaram marca da sua presença.
A exposição situa-se, cronologicamente, entre 1507 a 1986, reportando-se a data mais antiga à publicação do primeiro livro que se refere à descoberta do Brasil e a mais recente ao doutoramento honoris causa de José Sarney, pela Universidade de Coimbra.
Além do primeiro livro sobre o Brasil, apresenta-se o primeiro livro impresso na colónia, o primeiro que se escreveu sobre a sua história (Brito Freire) e talvez um dos mais belos que sobre ela jamais se publicou (Barlaeus), além de documentação manuscrita do Arquivo da Universidade e da Biblioteca Geral e de peças do espólio museológico do Museu da Ciência e do Museu Académico.
Subordinada ao tema A Universidade de Coimbra e o Brasil, a exposição foi delineada de forma a abarcar seis temas concretos: 1. Alunos brasileiros que frequentaram a Universidade de Coimbra; 2. Mestres e reitores oriundos do Brasil; 3. História do Brasil (geografia, exploração de recursos naturais, o papel da igreja, a missionação e as populações indígenas, política, ciência, etc.); 4. Literatura luso-brasileira; 5. O prestígio da Universidade de Coimbra no Brasil; 6. Atos solenes na Universidade (doutoramentos honoris causa de personalidades brasileiras do mundo da cultura, da ciência e da política) e visitas de chefes de Estado (nomeadamente a visita dos Príncipes Imperiais D. Isabel e D. Gastão de Orleães, em 1865 e a visita do Imperador D. Pedro II, em 1871).
Biblioteca Joanina - De 1 de Março a 6 de Maio de 2012 

quarta-feira, 21 de março de 2012

ESTE BEIJO DEIXA-NOS TESOS

A TRÓIKA nos vai beijando e o nosso dinheiro embolsando, até quando portugueses, até quando???

segunda-feira, 19 de março de 2012

D C M DA GALA QUASE NOVO

 DESPORTIVO CLUBE MARÍTIMO DA GALA, OBRAS DE AMPLIAÇÃO QUASE PRONTAS                                       
ALGUNS PRESIDENTES QUE DERAM O SEU MELHOR, PARA QUE O SONHO SE TORNASSE  REALIDADE.
O D C M da Gala, construído em 3 de Maio de 1938, é uma Colectividade promotora de actividades recreativas e desportivas, com sede na Gala, Freguesia de São Pedro, quero destacar o empenhamento e dedicação do ainda Presidente de direcção: António Lebre, com o apoio do Sr. Presidente da Junta de Freguesia, Carlos Simão, estando já numa das salas a funcionar, aulas de música, força António Lebre, eu como Sócio Nº 239 desde 1984, podem contar comigo.

domingo, 18 de março de 2012

CHIPRE FAZ COMPANHIA A PORTUGAL


Risco de bancarrota: Chipre faz companhia a Portugal

Com duas agências de notação considerando a dívida cipriota em situação "especulativa" (vulgo "lixo") e o pedido de demissão do ministro das Finanças, a terceira mais pequena economia da zona euro subiu meteoricamente de lugar no "clube da bancarrota"

Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)
7:43 Sábado, 17 de março de 2012

Foi a surpresa da semana. Chipre saiu da sombra da crise grega para o 2º lugar no TOP 10 dos países com mais alta probabilidade de incumprimento da sua dívida num horizonte de cinco anos (o que temos designado de "clube da bancarrota"). Ultrapassou sexta-feira nove membros do "clube" de um só golpe com o risco a disparar para 62,23%, segundo dados da CMA DataVision. O preço dos credit default swaps (seguros financeiros contra o risco de incumprimento) atingiu os 1150 pontos base, a uma distância de menos de 150 pontos do custo dos cds para a dívida portuguesa.
Chipre veio fazer companhia a Portugal no topo do "clube". A diferença de risco entre os dois países é de pouco mais de 3 pontos percentuais e a distância para o terceiro e o quarto "classificados", o Paquistão e a Irlanda, é de quase vinte pontos percentuais.
Segundo o Cyprus Mail, de Nicósia, dois fatores convergiram para o disparo de sexta-feira que tornou Chipre o protagonista do dia. O ministro das Finanças, Kikis Kazamias, pediu a demissão, dias depois da agência de notação Moody's ter cortado o rating da dívida cipriota para o estatuto de "especulativa" (vulgo "lixo"), baixando a notação de Baa3 para Ba1, e adicionando uma perspetiva negativa (o que significa que poderá voltar a cortar a notação). Já anteriormente a Standard & Poor's (S&P) havia cortado a notação para BB+, em terreno especulativo.
Comparativamente, a notação da dívida portuguesa desceu, desde fevereiro, para Ba3 (dois níveis abaixo da cipriota), segundo a Moody's, e para BB (um nível abaixo do cipriota), desde janeiro, segundo a S&P.

Exposição à Grécia e financiamento russo 


As razões deste corte de notação derivam da enorme exposição da banca cipriota à Grécia. Estima-se que a recapitalização dos bancos cipriotas exija um esforço equivalente a 20% do PIB da pequena economia insular do Mediterrâneo Oriental. Chipre pode ser a principal vítima da reestruturação parcial da dívida grega e o primeiro elo do "contágio".
A terceira mais pequena economia da zona euro, com um PIB anual de apenas 17 mil milhões de euros, sobrevive este ano graças a um empréstimo bilateral da Rússia de 2,5 mil milhões de euros.
As yields (juros) dos títulos cipriotas a dez anos estão em 13%, segundo a Reuters, um  nível no mesmo patamar dos juros das obrigações do Tesouro português com a mesma maturidade, que fecharam na sexta-feira em 13,66%.

 
               CHIPRE (Imagem)


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/risco-de-bancarrota-chipre-faz-companhia-a-portugal=f712369#ixzz1pT30z5UA
 

sábado, 17 de março de 2012

A MÚSICA É OUTRA

Uma das músicas que marcou, a minha estadia em França, não como turista estudante a gastar o dinheiro de todos nós, mas como emigrante trabalhador, onde tive a honra de conhecer bons amigos, OYONNAX, LYON, e GENEVE (Suiça) são cidades que não esquecerei, pela positiva.

sexta-feira, 16 de março de 2012

À GRANDE E À FRANCESA


Sócrates em Paris: 'À grande e à francesa'

Sócrates gasta 15 mil euros/mês em Paris. O ex-primeiro-ministro que anunciou aos portugueses as medidas de austeridade que afectam hoje tanto as famílias como todos os sectores económicos nacionais, vive na capital francesa, num apartamento de luxo com renda mensal de sete mil euros. Pelo mestrado em Ciência Política paga mil euros/mês e pelo colégio do filho, quase 2200 euros/mês. Sem emprego nem poupanças que alguma vez tenha declarado ao Tribunal Constitucional, José Sócrates não sofre com a austeridade que anunciou. Fomos para a rua perguntar aos portugueses que análise fazem da vida de luxo de Sócrates, face ao estado do País.                                                              
                                                                                                                                          Público 16/03/2012

quinta-feira, 15 de março de 2012

MAS QUE SECA!

                                                           A PASTAGEM, OU FALTA DELA?
                                                     E quando faltar o combustível a este?
Uma desgraça nunca vem só! Num país sem rumo, ainda temos S. Pedro a castigá-lo, são agricultores desesperados sem alimentação para o seu gado, são os fogos em maior número e os Bombeiros sem dinheiro para o combustível das suas viaturas e por fim os nossos governantes, sem saberem o que fazer.
Não quero ser pessimista, mas acho que o precipício está próximo, mais grave, é que os nuestros hermanos não nos podem socorrer, porque estão a passar pelas mesmas dificuldades.

terça-feira, 13 de março de 2012

INDIGNADOS SIM, GUERRA NÃO!

 Monumento em homenagem ao 1º Soldado português, António Gonçalves Curado  que tombou na guerra 1914 a 1918, este jardim em frente ao quartel da GNR na Fig. da Foz, podemos dizer que nem está mal cuidado, embora a relva esteja a sofrer com a crise da seca.
Ontem falava dos indignados, temos autoridade e o dever num país democrático de lutar-mos pelos nossos direitos, mas sem guerras, onde todos ficam a perder, temos sim o direito de fazer sentir aos governantes, que as políticas praticadas neste momento, não resolvem a situação de crise, mas sim se agravam se não alterarem o sistema da Europa e de cada país, principalmente Portugal, onde o desemprego cresce assustadoramente.


segunda-feira, 12 de março de 2012

PARA ONDE FOI A INDIGNAÇÃO???

                                                                      Foto (Paulo Pimenta)

Nesta segunda-feira faz um ano que milhares de portugueses saíram à rua. E depois? Para onde foi a indignação? Uma historiadora, um sociólogo, um psicanalista e um activista arriscam respostas
Há um ano, o país levou uma bofetada. Milhares de pessoas (cerca de 300 mil, segundo a polícia; mais de 500 mil, diz a organização) saíram à rua para protestar contra a precariedade que lhes foi imposta. O apelo à mobilização correu célere no Facebook, com alguns jovens até então anónimos a conseguirem aquilo que nenhum sindicato e nenhum partido haviam conseguido. Um ano depois, para onde foi tanta indignação? "Está paralisada pelo medo e pela estupefacção", responde Joaquin Estefanía, ex-director do diário espanhol El País, para quem o medo foi transformado numa arma de controlo social (ver entrevista na página ao lado).

Dizendo-se "atónita com tanta passividade" portuguesa, a historiadora Irene Flunsel Pimentel concorda que as pessoas estão "amedrontadas, aterrorizadas e desorientadas, sobretudo porque não vêem nenhuma luz ao fundo do túnel". "As que ainda têm emprego têm medo de o perder mas também não sabem muito bem o que fazer", explica, para, no jogo das diferenças com as reacções à crise nos outros países, atirar culpas à herança deixada por Salazar. "A Espanha e a Grécia tiveram tremendas guerras civis, com milhares de mortos, e isso acaba por se inscrever no código genético das populações. Nós tivemos um ditador que viveu sempre com o apoio de uma parte da população, não se pode dizer que subsistiu apenas através da repressão. Não havia liberdade, mas havia aquela pessoa que zelava pela nossa segurança, que não nos deixava cair na miséria total e que nos habituou a pensar que os outros é que mandam em nós".

O psicanalista Coimbra de Matos também alude à sensação de que nada se pode contra o que está a acontecer para explicar o que tem mantido a indignação portuguesa no reduto doméstico. "Somos um povo passivo, sem aquilo a que os ingleses chamam empowerment, de pessoas habituadas a não ter poder nas suas mãos, e suponho que isso deva algo à ditadura. Esta, sendo relativamente suave - não era como em Espanha, que matava muito mais -, apelava à capacidade de conformação dos portugueses e usava métodos que não suscitavam uma reacção tão maciça e tão discordante". Temos assim todo um país mergulhado numa "depressão patológica, que ?? uma reacção à perda e a um sentimento de injustiça, mas que, no caso português, não comporta a revolta e até acredita que a culpa é um bocado nossa, porque vivemos acima das nossas posses".

Numa leitura diferente, o sociólogo e político Augusto Santos Silva sustenta que a indignação se domesticou porque perdeu o alvo directo. "A actuação política em Portugal tornou-se exógena. Com a celebração do pacote de ajuda financeira, a capacidade de actuação autónoma do Governo diminuiu radicalmente aos olhos da opinião pública; logo, as acções reivindicativas deixaram de ter tantas condições de atingir os seus objectivos".

Inquestionável é que se a revolta que há um ano saiu à rua não assumiu entretanto contornos de violência, não é porque as perspectivas tenham melhorado. Ao contrário. O desemprego galgou entretanto até aos 14%: 770 mil pessoas sem trabalho. Se olharmos só para os sub-25, são 30,7% os desempregados. É a terceira maior taxa da UE. O resto é o que se sabe. A perpetuação dos contratos a prazo a assumir letra de lei, os estágios sem remuneração, a instabilidade dos recibos verdes a adiar o futuro. Mas os jovens não estão mais à rasca que os outros. A manifestação de há um ano, porque mobilizadora de todas as idades, mostrou-o. Havia pensionistas de pensões congeladas, logo sem dinheiro para a conta dos medicamentos. Havia famílias sobretaxadas, nomeadamente pelo medo de deixarem de conseguir pagar a casa. Sublinhem-se, a propósito, as 670.637 famílias que chegaram ao fim de 2011 a não conseguir pagar os empréstimos aos bancos.
                                                                                    Público 12 de março 2012

sábado, 10 de março de 2012

LARES DE IDOSOS

O Governo vai aumentar em cerca de 10 mil as vagas nos lares de idosos, passando de 60 para 120 o número possível de residentes em cada instituição e subindo o número de pessoas por quarto.

                               Foto de Paulo Pimenta
Novos lares com condições minimamente humanas, para que os nossos idosos não acabem sozinhos em casa, ou em macas nos hospitais sem familiares, até aqui parece que estamos de acordo, mas tem de haver algum cuidado, porque transformar um lar em deposito de idosos, ou amontoá-los numa sala com capacidade para 10 pessoas se meterem 20, não se sentirão nada confortáveis e tornar- se-a perigoso.

sexta-feira, 9 de março de 2012

ONDE A TERRA ACABA E O MAR COMEÇA

                                                 Boa Inês de Leiria,
                                                 Cara patrícia minha,
                                                 Embora te fizesse
                                                 A aventura imortal
                                                 Chinesa muito mais que portuguesa.
                                                 - Pois por esse sorriso de Fernão
                                                 Tocas-me o coração.

                                                 Deste-lhe em tal ensejo,
                                                 Entre as misérias da viagem,
                                                 O mais gostoso e saboroso beijo
                                                  - O da Linguagem!

                                                          AFONSO LOPES VIEIRA,Onde a terra se acaba e o mar começa

quarta-feira, 7 de março de 2012

8 DE MARÇO, DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Porquê o dia internacional da mulher, dia 8 de março de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque, entraram em greve, houve uma manifestação organizada por trabalhadoras, que infelizmente não acabou bem e aí começa a Revolução Industrial,


A Revolução Industrial 

Se calhar já ouviste falar na Revolução Industrial?
Bem, ocorreu nos finais do século XVIII e fez com que a produção de bens (coisas) se automatizasse, isto é, foi acelerada pela criação de máquinas que fizeram com que se passasse da produção artesanal à produção industrial.

Confuso? Pois é...
Mas explica-se assim: dantes havia artesãos que faziam o que era preciso na sua profissão: sapatos, potes, arreios, pão, etc. E na quantidade necessária.

Com as fábricas e as máquinas começou a produzir-se mais e muito mais depressa, porque  havia mais pessoas a querer comprar as coisas. As coisas, por demorarem menos tempo a fazer, custavam menos dinheiro.

Para as fábricas funcionarem sem problemas trabalhava nelas  muita gente: homens mulheres e crianças (desde os 5, 6 anos! É verdade!).

Trabalhavam mais de 12 horas por dia (todos) e às vezes também por turnos. Só paravam ao domingo e nos dias santos.

As condições de trabalho eram muito más e, infelizmente as pessoas eram muito maltratadas.

Abusavam das suas capacidades e exploravam-nas até ao limite. Claro que pagavam mal, mas especialmente mal às crianças e às mulheres, apesar de lhes ser exigido o mesmo. 

terça-feira, 6 de março de 2012

FIGUEIRA NÃO TEM FIGOS, MAS TEM MELROS

                                                       OS MELROS NAS ABADIAS
Mesmo não tendo os figos maduros, esta nossa Figueira atrai os melros e aqui estão eles nas Abadias, mesmo à minha frente, como que a cumprimentar quem passa.

segunda-feira, 5 de março de 2012

NÃO À DESTRUIÇÃO DO ARSENAL DO ALFEITE


Estado quer clientes civis para os Estaleiros do Alfeite
                                                                                                        
Fotografia © António Cotrim / Global Imagens

Os Estaleiros Navais de Alfeite vão reparar a corveta João Roby, uma encomenda que representa um encaixe de seis milhões de euros. Mas é preciso reduzir a ligação Estado/Alfeite.

"O processo João Roby estava já há um ano em curso, está fechado e essa é uma das intervenções que o Arsenal do Alfeite tem para fazer e que contribuirá para o incremento da atividade do próprio estaleiro", referiu o secretário de Estado da Defesa, Paulo Braga Lino.
O investimento foi aprovado pelo primeiro-ministro a 10 de fevereiro e publicado em Diário da República 10 dias depois, devendo o contrato estar fechado em abril.
A encomenda surge numa altura em que, segundo noticiou hoje a TSF, cerca de 600 trabalhadores dos estaleiros do Alfeite estão há vários dias sem trabalhar por não terem nada ou quase nada para fazer.
Segundo disse àquela rádio o sindicalista Rogério Caeiro, a situação é "confrangedora, porque neste momento temos 600 trabalhadores que se apresentam todos os dias no seu local de trabalho a fim de desempenhar a sua profissão, um direito que lhes é negado. Neste momento, podemos dizer que não há nada para fazer. A carteira de encomendas no Arsenal do Alfeite é zero".
Um problema que o Governo quer resolver, estando à procura, através da Empordef, de clientes civis para os Estaleiros Navais do Alfeite, detidos pelo Estado.

sábado, 3 de março de 2012

ADEUS SOLIDÃO

Digam adeus à solidão e passem um excelente fim-de-semana, com "BOA" música, se possível ao quentinho, porque chove lá fora e o frio é de inverno.

ECO MUSEU DO SAL

                                            MARMOTO EM ATIVIDADE
                                              O BARCO DE TRANSPORTE DO SAL
                                             ALGUNS UTENSÍLIOS UTILIZADOS
                                                   MEDIÇÃO DO SAL JÁ EM ARMAZÉM
                                                            AS MARINHAS


Numa curta visita ao eco museu do sal com sede em Armazéns de Lavos, Concelho de Figueira da Foz, reparei nestas pequenas coisas utilizadas pelos marmoteiros na extração do sal, tirei estas fotos porque achei interessantes, principalmente para quem não conhece.

sexta-feira, 2 de março de 2012

OLHOS NEGROS


Se não sabem onde estão, dou-vos folga o fim-de-semana para os procurarem, mas atenção, (olhos negros são queixumes) se os tiverem por perto, dêem-lhe atenção e passem um bom fim-de-semana!