A minha 1ª carta de condução, passada pelo Ministério da Marinha a 4 de outubro de 1968 com o Nº 2033 F
A minha 1ª máquina fotográfica, uma Halinar comprada em Maputo (Lourenço Marques) em 1965, cada objecto que guardo está repleto de boas recordações e saudades.
Quando se tem uma história honesta e honrosa, é claro que, com muito orgulho quero fazer parte dela, o passado é lindo quando olhamos para trás e pensamos:Voltaria a fazer tudo igual, excepto votar em quem votei! Eu quero fazer parte daquela mobília que muito honrou Portugal e os portugueses! "Tenho dito". Um forte abraço amigo Artur
Já o Poeta dizia: recordar é viver, também sou dado a guardar coisas, quem não acha graça nenhuma é a minha Mulher, vou-lhe dando esperança que um dia dou uma volta para deitar para o lixo o que já lá devia estar mas vou adiando enquanto posso, cada coisa tem a sua história. Um abraço Virgilio
Cada objecto, uma recordação. Aquelas coisas que parecem cheias de vida e estão. Cheias de pedaços da nossa vida! António, ser parte da mobília de um pais é de facto uma grande honra! Um grande abraço Sónia
Interessante, porque também eu comprei a minha primeira máquina em LM... Uma POLAROID que me custou 800 escudos, que serviu para tirar fotos da JOANA e que acabou "no prego" em Lisboa. Valdemar Alves
Viraste o baú de fundo para o ar! Não tinhas lá guardada qualquer coisinha que não nos possas contar? Eu tenho um amigo que guardava num guarda-jóias pequenino um pintelho de cada uma das namoradas que arranjou!
O comentário aqui em cima está de morte... Se na coleção do cavalheiro figura algum encaracolado e rijo como uma porta é porque certamente foi Fuzileiro e esteve de sentinela na Machava... Hehehehe!!! Valdemar Alves
Então oh Querido, também queres fazer parte de mobília antiga de museu?
ResponderEliminarÉ cedo ainda para fazeres parte da história, não achas?
Salute
Quando se tem uma história honesta e honrosa, é claro que, com muito orgulho quero fazer parte dela, o passado é lindo quando olhamos para trás e pensamos:Voltaria a fazer tudo igual, excepto votar em quem votei!
ResponderEliminarEu quero fazer parte daquela mobília que muito honrou Portugal e os portugueses! "Tenho dito".
Um forte abraço amigo Artur
Querido amigo; a nossa história de vida, cada passagem merece um destaque especial e com certeza, nossos arquivos perpetuam...
ResponderEliminarBoa semana! Beijos
E assim se faz a história pessoal de cada um.
ResponderEliminarUm abraço e uma boa semana
Carta de condução,
ResponderEliminare máquina fotográfica
Dois objectos de estimação
E de recordação fantástica!
Desejo uma boa noite para ti, amigo António.
Um abraço.
Já o Poeta dizia: recordar é viver, também sou dado a guardar coisas, quem não acha graça nenhuma é a minha Mulher, vou-lhe dando esperança que um dia dou uma volta para deitar para o lixo o que já lá devia estar mas vou adiando enquanto posso, cada coisa tem a sua história.
ResponderEliminarUm abraço
Virgilio
Cada objecto, uma recordação.
ResponderEliminarAquelas coisas que parecem cheias de vida e estão. Cheias de pedaços da nossa vida!
António, ser parte da mobília de um pais é de facto uma grande honra!
Um grande abraço
Sónia
Interessante, porque também eu comprei a minha primeira máquina em LM... Uma POLAROID que me custou 800 escudos, que serviu para tirar fotos da JOANA e que acabou "no prego" em Lisboa.
ResponderEliminarValdemar Alves
Viraste o baú de fundo para o ar!
ResponderEliminarNão tinhas lá guardada qualquer coisinha que não nos possas contar?
Eu tenho um amigo que guardava num guarda-jóias pequenino um pintelho de cada uma das namoradas que arranjou!
O comentário aqui em cima está de morte... Se na coleção do cavalheiro figura algum encaracolado e rijo como uma porta é porque certamente foi Fuzileiro e esteve de sentinela na Machava... Hehehehe!!!
ResponderEliminarValdemar Alves