O Pokémon Go é, para uns, uma forma de tirar os jovens dos sofás e de combater os elevaníveis de obesidade. Para outros é visto como um verdadeiro perigo. É que a geolocalização do jogo facilita a vida aos pedófilos e a outros criminosos. Jogando, conseguem saber onde estão os Pokémons e, portanto, saber os locais mais frequentados, agora, por crianças e jovens. Facilmente ficam a saber também se os menores estão vigiados, em grupo ou sozinhos.
No Reino Unido, a Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade sobre a Crianças (NSPCC) lançou o alerta e, pela voz do seu CEO, Peter Wanless, pediu à Nintendo e à Niantic, as duas empresas que desenvolvem o jogo, para repensarem todo o conceito de segurança e adiarem o lançamento, mas de nada adiantou. O fenómen
o chegou ao país na semana passada e está disponível para iOS e Android.
Cautela e caldo de galinha, nunca fizeram mal a ninguém. Quem não quiser sofrer desgostos, que os evite antes que aconteçam. Depois de cair na esparrela, facilmente, não se livrará dela?
Toma lá um abraço e vai para a praia nadar com ele!
Cautela e caldo de galinha, nunca fizeram mal a ninguém. Quem não quiser sofrer desgostos, que os evite antes que aconteçam. Depois de cair na esparrela, facilmente, não se livrará dela?
ResponderEliminarToma lá um abraço e vai para a praia nadar com ele!
Como em todos os jogos, há coisas positivas e negativas. O segredo está em aproveitar as primeiras e fugir das segundas.
ResponderEliminar