Um alentejano morreu e foi parar ao Inferno. Apresenta-se diante do diabo, vestido a rigor, com o capote abotoado até à última casa. O diabo, olhando para ele, começou a rir e mandou-o para o nível 1. O calor era asfixiante, as pessoas despiam-se, a suar por todos os poros. O alentejano manteve-se impávido e sereno, de mãos nos bolsos da samarra. O diabo achou aquilo muito estranho e mandou-o para o nível 2. Aqui toda a gente estava completamente nua, a cair pelos cantos. O calor era insuportável. O alentejano, impávido e sereno, de mãos nos bolsos, não tugia nem mugia. Aí, o diabo perdeu a paciência e mandou-o para o nível 3. O calor era abrasador, a maior parte das pessoas estorricava. Então, o alentejano, finalmente, tira as mãos dos bolsos, desabotoa a primeira casa do capote e diz: "Porra, se isto aqui está assim, imagino o calor que nã estará em Beja!".
Consta que o diabo já não manda nada no inferno, por aqui é voz corrente que quem mais ordena e tem aliás as chaves do "inferno a que isto chegou", é aquele rapaz de Massamá, que faz tudo ao contrário do que prometeu, e se está a tornar pior que o seu antecessor diabo, ou lá como se chama. Um abraço Virgilio
Sabes porque é que se chama Figueira da Foz? Porque na foz do Rio Mondego havia uma figueira No tempo dos Visigodos Alanos, Vândalos e Suevos Com promessas e enganos Venceram os políticos-vândalos E proclamaram a república dos tesos!
O coitado do Alentejano Não tugia nem mugia Terá sido do diabo engano O que protege do frio, do calor o protegia!
Se no Inferno era assim Seria ainda pior lá em Beja De quem não sabe triste fim Que de ninguém se tenha inveja!
Na foz uma figueira No pomar o marmeleiro A amora da amoreira Tu bem sabes ex-fuzileiro!
O alentejano não queiras seguir Como fez o cabo da GNR que se montou no padre A caminhar para o céu sempre a subir Batem à porta de S. Pedro, e este pergunta quem é Respondeu o cabo prontamente GNR a cavalo S. Pedro disse, para entrara o cavaleiro e a besta fica lá fora!
Boa quinta-feira para ti, amigo António. Um abraço Eduardo.
Venho aqui à Figueira para a resposta te dar. Dois poetas adormecidos Que estou tentando acordar Um figueirense, o outro poveiro, bons amigos Um do careca chateado falar
O outro falar do convívio. Já marquei o meu lugar Para convencer o Virgílio Me lembrei que tenho o IMI para pagar!
Se animem, não desmereçam Que a vida são dois dias Estejam acordados não adormeçam Caminhem pelas avenidas!
Boa sexta-feira para ti, amigo António.
Já tenho companheiros Para comigo poetar São os ex-fuzileiros Da guerra do Ultramar!
Uma das grandes bênções da vida é a experiência que os anos vividos nos concebem. Aniversariar é uma amostra das oportunidades que temos de aprender a contar os nossos dias. mais uma janela e abre diante dos meus olhos, mais um espinho foi retirado da flor, restando somente a beleza de tão bela data. Com fé, na esperança e no empenho por ser melhor a cada dia. Seguindo pelos caminhos da verdade e do amor. Um dia encontrarei o mais belo jardim, o jardim que representará a realização dos meus maiores sonhos. Com saudades . desejo um feliz final de semana venha curtir meu aniversário. Beijos na sua Alma,Evanir.
Alentejo é fogo!!!!!
ResponderEliminarDeixo um abraço :)
Sónia
Consta que o diabo já não manda nada no inferno, por aqui é voz corrente que quem mais ordena e tem aliás as chaves do "inferno a que isto chegou", é aquele rapaz de Massamá, que faz tudo ao contrário do que prometeu, e se está a tornar pior que o seu antecessor diabo, ou lá como se chama.
ResponderEliminarUm abraço
Virgilio
Sabes porque é que se chama Figueira da Foz?
ResponderEliminarPorque na foz do Rio Mondego havia uma figueira
No tempo dos Visigodos
Alanos, Vândalos e Suevos
Com promessas e enganos
Venceram os políticos-vândalos
E proclamaram a república dos tesos!
O coitado do Alentejano
Não tugia nem mugia
Terá sido do diabo engano
O que protege do frio, do calor o protegia!
Se no Inferno era assim
Seria ainda pior lá em Beja
De quem não sabe triste fim
Que de ninguém se tenha inveja!
Na foz uma figueira
No pomar o marmeleiro
A amora da amoreira
Tu bem sabes ex-fuzileiro!
O alentejano não queiras seguir
Como fez o cabo da GNR que se montou no padre
A caminhar para o céu sempre a subir
Batem à porta de S. Pedro, e este pergunta quem é
Respondeu o cabo prontamente GNR a cavalo
S. Pedro disse, para entrara o cavaleiro e a besta fica lá fora!
Boa quinta-feira para ti, amigo António.
Um abraço
Eduardo.
Que legal ler seus textos, a gente gosta
ResponderEliminarri e se diverte com eles, vc é um amigo
maravilhoso
Bjuss de boa tarde
Rita!!!
Com o calor que aguentei hoje, esta do inferno veio mesmo a talhe de foice.
ResponderEliminarAh ganda alentejano!!!!!!
Venho aqui à Figueira para a resposta te dar.
ResponderEliminarDois poetas adormecidos
Que estou tentando acordar
Um figueirense, o outro poveiro, bons amigos
Um do careca chateado falar
O outro falar do convívio.
Já marquei o meu lugar
Para convencer o Virgílio
Me lembrei que tenho o IMI para pagar!
Se animem, não desmereçam
Que a vida são dois dias
Estejam acordados não adormeçam
Caminhem pelas avenidas!
Boa sexta-feira para ti, amigo António.
Já tenho companheiros
Para comigo poetar
São os ex-fuzileiros
Da guerra do Ultramar!
Uma das grandes bênções da vida
ResponderEliminaré a experiência que os anos vividos nos concebem.
Aniversariar é uma amostra das oportunidades que temos de aprender a contar os nossos dias.
mais uma janela e abre diante dos meus olhos,
mais um espinho foi retirado da flor,
restando somente a beleza de tão bela data.
Com fé, na esperança e no empenho por ser melhor a cada dia.
Seguindo pelos caminhos da verdade e do amor.
Um dia encontrarei o mais belo jardim, o jardim que representará a realização
dos meus maiores sonhos.
Com saudades .
desejo um feliz final de semana
venha curtir meu aniversário.
Beijos na sua Alma,Evanir.
Saudades da Figueira minha.