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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A EUROPA NO FIO DA NAVALHA

A Europa enfrenta uma situação extremamente perigosa” e “nunca o risco de explosão foi tão grande” porque o euro não inspira a confiança que devia” inspirar, afirmou Sarkozy, citado pela agência noticiosa espanhola EFE, perante o congresso do Partido Popular Europeu (PPE), que termina nesta quinta-feira em Marselha.

Apontando que houve dois erros graves na criação do euro – o primeiro "ter uma moeda única sem uma governação económica", o segundo ter admitido alguns países "que não estavam preparados" – Sarkozy garantiu, porém, que a intenção é fazer a reforma europeia com todos os membros da União Europeia. Contudo, "se houver bloqueio entre os 27 [países da UE], então passaremos a 17", frisou.

“As conclusões são simples: mais solidariedade e mais disciplina na zona euro". Sarkozy considerou também que quanto mais tarde forem tomadas as decisões de que a Europa precisa, menor será a eficácia delas. "Temos umas semanas, mas o tempo corre contra nós", afiançou o líder francês, que insistiu na solução do acordo franco-alemão, que fechou esta semana com a chanceler Angela Merkel, para rever os tratados europeus.Isto porque para conseguir a mudança que entende ser necessária, não bastaria "um pequeno protocolo".

Para justificar a iniciativa franco-alemã, invocou a situação geográfica e os antecedentes históricos dos dois países, para concluir que "não há outra opção". "Ou a convergência ou a divergência. Não se trata de reclamar mais direitos que os demais, mas temos mais deveres que os restantes."

Num ambiente partidário, perante os pares europeus da direita europeia, Sarkozy não deixou de fazer alguns remoques à Comissão Europeia. Queixou-se das regras da concorrência, considerando que estas não protegem os produtores europeus. "Sim à concorrência, não ao proteccionismo, mas uma concorrência leal", que implica "reciprocidade" e que é um "tema essencial". É necessário "que se fale de uma verdadeira política industrial" na UE.

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