quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

RARÍSSIMAS VEZES...

O estranho caso de Manuel Delgado, que fez a Raríssimas "raspar o tacho"
"Raríssimas" vezes foram passear com dinheiro do Estado,(ou melhor)com o nosso dinheiro, mas as provas falam mais alto e põem nervosos os prevaricadores quando entrevistados, políticos em quem nós confiamos o  dinheiro dos nossos impostos de repente ficam a sofrer de amnésia, é bastante grave, porque pedem a demissão forçada dos cargos e nada mais lhes acontece, mudem-se as leis já para essa gente! (Castigos exemplares) porque são outras instituições que estão em causa, os governantes responsáveis pela fiscalização perdem a confiança dos eleitores.

Agora são operadoras como a Meo e outras, que fizeram cobranças indevidas aos consumidores, vão ter que devolver milhões ao Estado! Então e eu e outros clientes como eu pagantes há vários anos! Somos reembolsados do dinheiro que pagámos a mais? Casos como estes estão-se a tornar um vírus e é preciso com urgência encontrar o pesticida para erradicar a doença.

7 comentários:

  1. Bom dia. Sinceramente estou chocada. Uma vergonha.


    Hoje:-Carta de amor...

    Bjos
    Dia Feliz

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  2. Haviam menos loucas,
    se fossem raríssimas,
    são mais do que poucas
    porque são muitíssimas!

    Tenhas um bom dia amigo António!

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  3. O gajo não é parvo! Levava a massa e ainda saltava na febra da patroa!

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  4. Existem ene casos similares a este !
    Pesquisando a página do FB , de algumas personagens "deste ramo", verifiquei que os mesmos,ou eliminaram o perfil,ou apagaram publicações que os/as comprometessem,tais como viagens e férias em resorts de luxo !!!
    -Uma pouquíssima vergonha !!!

    Armados em samaritanos,pobres diabos...!!!!

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  5. A corrupção campeia . E é tanta que às vezes penso como que é maior que o próprio país.

    Amanhã vou para Lagos. As histórias de Natal no Sexta continuarão a sair porque estão programadas.
    Porque em Lagos só terei o Smartphone, e não sei andar pelos blogues nele, despeço-me desejando um Santo e feliz Natal, com saúde e muito amor.
    Abraço

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  6. Fartar vilanagem.
    E cheira a esturro.
    A que há muito mais por descobrir.

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  7. Já é altura do contribuinte deixar de ser preguiçoso/parvo!
    (manifesto em divulgação, ajuda a divulgar)
    .
    .
    O CONTRIBUINTE NÃO PODE PASSAR UM CHEQUE EM BRANCO A NENHUM POLÍTICO!
    .
    Leia-se, DEMOCRACIA SEMI-DIRECTA: isto é, votar em políticos não é (não pode ser) passar um cheque em branco... isto é, ou seja, os políticos e os lobbys pró-despesa poderão discutir à vontade a utilização de dinheiros públicos... só que depois... a 'coisa' terá que passar pelo crivo de quem paga (vulgo contribuinte).
    -» Explicando melhor, em vez de ficar à espera que apareça um político/governo 'resolve tudo e mais alguma coisa'... o contribuinte deve, isso sim, é reivindicar que os políticos apresentem as suas mais variadas ideias de governação caso a caso, situação a situação, (e respectivas consequências)... de forma a que... o contribuinte/consumidor esteja dotado de um elevado poder negocial!!!
    -» Dito de outra maneira: são necessários mais e melhores canais de transparência!
    [mestres/elite em economia já 'enfiaram' trapalhadas financeiras monumentais... quem paga, vulgo contribuinte, não pode deixar de ter uma palavra a dizer!]
    .
    Exemplo:
    Todos os gastos do Estado [despesas públicas superiores, por exemplo a 1 milhão (nota: para que o contribuinte não seja atafulhado com casos-bagatela)], e que não sejam considerados de «Prioridade Absoluta» [nota: a definir...], devem estar disponíveis para ser vetados durante 96 horas pelos contribuintes na internet num "Portal dos Referendos"... aonde qualquer cidadão maior de idade poderá entrar e participar.
    -» Para vetar [ou reactivar] um gasto do Estado deverão ser necessários 100 mil votos [ou múltiplos: 200 mil, 300 mil, etc] de contribuintes.
    {ver blog « http://fimcidadaniainfantil.blogspot.pt/ »}
    .
    Uma nota: a Democracia Directa não tem interesse - serve é para atafulhar o contribuinte com casos-bagatela.
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    Anexo:
    Uma opinião um tanto ou quanto semelhante à minha: Banalidades - jornal Correio da Manhã (antes da privatização da transportadora aérea):
    - o presidente da TAP disse: "caímos numa situação que é o acompanhar do dia a dia da operação e reportar qualquer coisinha que aconteça".
    - comentário do Banalidades: "é pena que, por exemplo, não tenha acontecido o mesmo no banco BES".
    .
    Um exemplo: Vítor Constâncio, coadjuvante na nacionalização do BPN, foi premiado pela máfia dos calotes: foi para o Banco Central Europeu.
    E não só: muitos outros mestres/elite em economia já 'enfiaram' trapalhadas financeiras monumentais... a quem paga, vulgo contribuinte.

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