quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O RATO PRETO...

A história do "RATO PRETO" é uma "piada" que um amigo me enviou por vir a propósito, segundo ele, das "crises" angolana e moçambicana 
Aqui vai a história: 
O rato Preto
Um rato preto engoliu uma pedra de diamante. 
Aflito, o dono do diamante contratou um homem para matar o rato, e recuperar o diamante.
Quando o homem chegou, foram ao local onde o rato preto tinha engolido a pedra e verificaram com surpresa que, no local, se tinham juntado cerca de uma centena de ratos pretos ! Os ratos estavam todos juntos excepto um que estava afastado, um pouco longe e sozinho!
O homem que tinha sido contratado, sem a mais pequena hesitação, foi direito ao rato preto que estava afastado, matou-o e recuperou o diamante. 
O dono do diamante ficou tão admirado por o homem, ter acertado, logo à primeira tentativa, no rato que tinha engolido a pedra que lhe perguntou:  
- Como é que você sabia que era aquele o rato preto que tinha o diamante?
O homem respondeu:
- Era muito fácil... Um preto, quando fica rico, não se-mistura com os outros pretos !!!


PS
Fiquei a pensar nesta história e cheguei à conclusão que a alusão "racista" não se justifica. É que, os "brancos", quando ficam ricos, também não se costumam misturar com os "brancos" que continuam pobres !!!!!




2 comentários:

  1. Como em todas as outras coisas da vida a cor da pele não conta para nada!

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  2. Um rato preto engoliu!
    Uma pedra de diamante
    Diamantinhos pariu
    Filho da outra lá monte.

    Pela ribanceira abaixo caiu
    Bateu com a cabeça dum pedregulho
    Pretinho pequeno fugiu
    Tropeçou num monte de entulho.

    Mergulhou na água do rio
    Para a outra margem
    Estava lá um crocodilo
    Escondido na paisagem.

    Com o crocodilo se assustou
    Deu um pontapé numa cobra
    Zangado com ele ralhou
    Quase lhe dava uma sova.

    Pretinho rico é gente fina
    Com as mãos já não come o pirão
    Cafeco é pretinha menina
    Só o pé descalço é parvalhão!

    Boa noite para ti amigo António,
    um abraço
    Eduardo.

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