quinta-feira, 23 de julho de 2015

MARCADAS PARA 4 DE OUTUBRO...

Será nesta data que iremos saber! Se vai escorrer leite açoriano pela en/costa do castelo!

Ou se vamos ouvir passos na escuridão e portas a abrirem!

Para deixar fugir os fantasmas, que têm aterrorizado os jovens portugueses!
A VER VAMOS, BOA SORTE PORTUGAL.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

segunda-feira, 20 de julho de 2015

ENCONTRO COM AS SARDINHAS DA FIGUEIRA...

A chegar

Uma delícia, mas vieram comigo da Figueira

O jardim a ficar bonito

A água da piscina estava quentinha, (disse a EMA).

sexta-feira, 17 de julho de 2015

DE FÉRIAS...

Nas praias da Cova-Gala!

Por tempo indeterminado!

E no meu hotel preferido!
Até já amigos.

terça-feira, 14 de julho de 2015

PALHA, PALHA E MAIS PALHA...

MUITA PALHA FOI VIRADA, AGORA ACABOU-SE!

(Ampliar para ver)

Mas quem se convence que os fardos, não vão continuar a pesar sobre os ombros de quem trabalha?
Desenganem-se quem pensa que ela cai do céu sem sacrifícios, está completamente enganado! É preciso trabalhar a terra, para que ela não dê só palha, mas também abundância de grão, não é só de doutores de pasta na mão, que todos os animais dependem para se alimentarem, sejam racionais, ou irracionais, é do trabalho de quem sabe manusear as máquinas e ferramentas para o efeito!
Entretanto quem não sabe, (ou não quer), fazer nada, fica assim como estes da imagem, à espera que alguém lhes apareça com algo para trincar.


domingo, 12 de julho de 2015

AQUI ESTÁ ELE NA CRISTA DA ONDA...

O "Rio Mondego", já recuperado!

Depois de ter passado pelas mãos deste artista!

E depois das intempéries da beira-mar!

Voltou às suas águas, embelezando o ambiente das nossas praias!

Também no Largo da Cova, a cesta da peixeira com uma nova pintura!

E mais um ano com bandeira azul, convida a banhos!


Nas bonitas e acolhedoras praias da Cova-Gala, não podemos ver só o que está mal, porque a crise financeira não permite que se faça tudo num dia, os habitantes e a junta de freguesia estão-se a esforçar, como sempre fizeram, para que São Pedro navegue em águas que nem sempre são calmas, mas a força de vontade, o trabalho e o querer façam descansar os ânimos de quem fala, mas que nada fizeram pela terra que os viu nascer! Eu falo assim com conhecimento de 41 anos de convivência com estas gentes neste bonito lugar que adoro.

sábado, 11 de julho de 2015

sexta-feira, 10 de julho de 2015

quinta-feira, 9 de julho de 2015

ELES VOAM NAS ASAS DO VENTO...

Comentários insultuosos!
Quero deixar claro, que não respondo a comentários impróprios, ou provocatórios, isso seria baixar-me ao nível de quem com actos de cobardia, não tem coragem de falar cara-a-cara, talvez por ter qualquer complexo de inferioridade moral e cívica!
QUEM NÃO RESPEITA, NÃO MERECE SER RESPEITADO!
Continuarão a entrar publicamente mas sairão pela mesma porta nas asas do vento.



O LOBO E A RAPOSA...






INDICATIVO
E cá vamos nós ouvir mais uma história de lobos e raposas. Uma história triste para os pobres animais que, por acaso, até eram compadre e comadre.
A história chama-se “O compadre lobo e a comadre raposa” e foi posta em livro por Adolfo Coelho.

Era uma vez um homem casado com uma mulher chamada Maria, e tinham por compadres um lobo e uma raposa. Um dia disseram eles ao lobo e à raposa:
«Olhem, compadres, é preciso fazer uma grande festa cá em casa e por isso vê tu, compadre, se me trazes alguns carneiros e ovelhas para o jantar, e tu, comadre raposa, arranja galinhas e patos, pois nós queremos que o banquete seja falado em toda a vizinhança.»
O lobo e a raposa responderam: «Oh, fiquem descansados, compadres, que não lhes há-de faltar o que desejam.»
Desde esse dia o lobo e a raposa todas as noites levaram gado para casa dos compadres, de sorte que eles já não cabiam em si de contentes. Chegado o dia da festa, lá foram o lobo e a raposa assistir à função, e, quando chegaram, viram que os compadres tinham uma grande caldeira de água a ferver e um espeto metido no fogo. O lobo perguntou: «Ó comadre, para que é esse espeto?»
«É para assar as galinhas.» - respondeu a Maria.
E palavras não eram ditas, o homem a pegar na caldeira e a deitar a água a ferver em cima do lobo e a mulher a meter o espeto pelos olhos da raposa. Escusado é dizer que ao lobo lhe caiu a pele e a raposa ficou cega.
Passara-se já bastante tempo e os compadres nem se lembravam do tinham feito, quando o homem, andando um dia no mato a apanhar lenha, viu correr para ele o compadre lobo e receando que ele o matasse subiu para cima de uma árvore.
Então o lobo disse-lhe de baixo: «Tu pensas que me escapas! Espera que eu te ensino.» E dito isto, começou a chamar pelos outros lobos e logo vieram muitos e ele então disse-lhes: «É preciso matar aquele homem que ali está em cima e para lá chegar é preciso que se ponham todos em cima uns dos outros; eu ficarei por baixo, porque tenho mais força.»
Já os lobos, postos uns sobre os outros, estavam quase a chegar ao compadre quando ele gritou com toda a força: «ó Maria, traz cá a caldeira de água a ferver.» O lobo, logo que isto ouviu, pernas para que te quero e os outros que estavam sobre ele caíram todos no chão; depois, desesperados, correram sobre o lobo que tinha fugido e castigaram-no.
O compadre voltou para casa e contou tudo à mulher e nunca mais quiseram voltar ao mato. Pudera. Tão maus haviam sido para o lobo e a raposa que passaram a ter medo deles.

Ouvimos a história “ O compadre lobo e a comadre raposa” uma história que fui buscar ao livro da Adolfo Coelho editado pela Ulmeiro.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

QUERIDA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS...



Querida Caixa Geral de Depósitos,
Tem sido muito complicado pagar os empréstimos que eu pedi. Ontem, durante o jantar, falei do assunto com a família e sufraguei a coisa. Só o mais novo votou a favor do pagamento da dívida. A esmagadora maioria votou contra qualquer tipo de penhora sobre os bens que comprei com o vosso dinheiro. Posto isto espero que a vossa administração tenha em conta a votação lá de casa e se acalmem com essa coisa das cobranças. Afinal...somos uma democracia.
Cordialmente,
Rodrigo Moita de Deus
PS: Este mês estou um pouco apertado por causa das férias. Queiram por favor transferir algum para o NIB do costume. Obrigado."
Qualquer semelhança com o referendo grego é pura coincidência.

terça-feira, 7 de julho de 2015

A REDACÇÃO DA VACA A BOMBAR...

A redacção da vaca a bombar

Para não estar sempre a dizer mal, aqui fica a redacção da vaca, actualizada para os dados deste País sempre a "bombar".

A vaca, perdão Portugal, é um bonito país. Tem sol e mar, areias, velhos monumentos, bons costumes, eucaliptos, pastéis de Belém, e tuk tuks. Em Portugal, as plantas crescem para cima, mas se for preciso, com a força de vontade dos portugueses, também crescem para baixo. Nós podemos sempre fazer o que queremos, diz o ministro do "bombar". É só força de vontade, que para os portugueses não há dificuldades. Não somos gregos. Mas eu queria isto… Não pode ser, temos de ser prudentes. Sábio Governo. Mas eu tenho direito a isto… Não pode ser. Isso dos direitos já não se usa. Tinha, mas já não tem. Isto é que é um Governo moderno despachado, desenvolto, atirado para a frente, que deu bom nome à lei da selva. Obrigado, vaca, digo, Governo.

Para o sol chegar a mais lados, deixou de haver árvores a não ser eucaliptos, que cheiram bem. Na parte de trás do País, aquilo que se chama interior, há uma doença, a interioridade, mas não afecta as costas, por isso podem ir à praia à vontade. Também não vive lá muita gente. A sábia política do nosso Governo tem sido despovoá-lo, acabando com a política retrógrada dos arcaicos e velhos Reis portugueses. Antes ser "povoador" era uma honra, hoje é ser "despovoador". A vaca, digo, o Governo, tem feito uma política muito competente para despovoar. Acabaram as estações dos correios e o correio só aparece uma ou duas vezes por semana. Acabaram os postos de saúde. Acabaram os tribunais. Acabaram muitos serviços públicos, existem umas lojas de cidadãos a 30, 50, 100 quilómetros. Reanimou-se a oferta de táxis para estas deslocações, e, além disso, vir de Guadramil para Bragança, dá muito cosmopolitismo, os velhos sempre saem de casa para ver o mundo. Isto é que são preocupações sociais. Nenhum louco abre uma empresa nestes sítios. Não há problemas pode vir para um "ninho de empresas" num centro comercial em Lisboa, recebe uns subsídios do Impulso Jovem e, depois, é só mostrar o seu "empreendedorismo" e inventar o moto -contínuo. As leis da Física dizem que é impossível, mas desde quando é que a entropia foi um problema para os portugueses?

Depois, é um gosto passear pelas cidades de Portugal, a começar por Lisboa. Tantos cartazes de "vendido", na Assembleia, nas paragens de autocarro, nas estações de Metro, nas caixas da EDP! Isto é que é reanimação da economia para acabar com as profecias dos Velhos do Restelo. Tudo se vende e é bom seguir o exemplo da Remax. Sempre podiam colocar a fotografia do vendedor, que tanto prédio, comboio, autocarro, linha eléctrica, barragem, aeroporto, porto, vende! Lá teríamos de novo a vaca, corrijo, os senhores ministros a sorrir babados de sucesso.


Essa banda de maus portugueses, a chamada "oposição", anda para aí a distribuir fotografias caluniosas da vaca, em que apenas um mamilo de uma teta escorre para o balde colectivo do povo e o resto vai em tubinhos da ordenhadora não se sabe bem para onde. Eles dizem que sabem, mas é calúnia de certeza. A vaca é boa, a vaca é úbere, a vaca tem as cores nacionais na lapela, a vaca ri, como diz o nosso Presidente da República, e uma marca francesa de queijos, de tanta felicidade. Ser portuguesa!

Mas está tudo tão bem que até dói. Pleno emprego em 2300, não está mau. IRS a 4%, em 2500, e só não se acaba com ele por prudência. Sábio Governo, de novo, que não quer prescindir de nenhum "instrumento", para poder continuar a fazer da nossa vida "um exercício". Bebés já há muitos desde que o nosso preclaro Governo, seguindo as mais modernas tendências do "admirável mundo novo", cultiva embriões in vitro e faz nascer as crianças numa proveta com líquido amniótico. As quotas são correctas: em cada 10, seis são brancas, três pretas, meia criança amarela e outra meia para o resto das raças. Os ciganos protestam porque só há 1% de criança cigana, ou seja não nasce nenhuma, mas isso é povo do RSI, não deviam ter direito à palavra. A vaca é que sabe. São excelentes notícias para a emancipação feminina, acabamos com a maldição de Eva. Depois de saírem da proveta as crianças vão ser educadas por hipnopedia, para não terem trabalho a estudar e poderem ser "jotas" mais cedo sem terem a preocupação de disfarçarem uns diplomas manhosos. Agora o diploma tira-se a dormir em 60 noites e não há mais "casos" nem Sócrates, nem Relvas. Os velhos vão ser reeducados para morrer mais cedo e não pesarem nas gerações futuras.

Na Europa já se diz que o século XXI é o "século português" tão admirada é a vaca, digo, o nosso belo país. Os turistas chegam cá e gritam de excitação "what a beautiful cow, I’m sorry, what a beautiful country". Os mais letrados acrescentam "Is this Utopia?" Não tenham dúvidas. A água é sempre cristalina. O céu sem nuvens. As ruas limpas. A segurança alimentar impecável, ou seja, não lhe vão dar a comer um qualquer ciclóstomo pré -histórico. Os animais são respeitados religiosamente, com excepção dos gatos pretos que representam o demónio e os demónios, como se sabe, governam a Grécia. Pode andar nas ruas sossegado às 3h da manhã que a nossa vaca, mais um engano, as nossas autoridades, colocam um batalhão de comandos à volta. E só não há trabalho porque não é preciso trabalhar para nos dedicarmos à cultura gastronómica muito em moda nestes dias. Ou ser costureiros, o que dá uma comenda rapidamente.

Tudo é bom, tudo é deles e nada é nosso. É uma forma de comunismo dos cidadãos esclarecidos que acreditam nas virtudes purgantes da pobreza. Razão tinha esse percursor do nosso futuro, António de Oliveira Salazar. Pobres mas honrados. E muito limpinhos, na casa dos pobres. Sem bens somos mais felizes, desprovidos das tentações do mundo, vemos a vaca como ela deve ser vista, radiosa, cheia, opulenta, pujante, brilhando no escuro de tanta felicidade que dela emana, sempre a bombar.
Vejam lá se eu não sou capaz de dizer bem da vaca. Vá lá convidem-me para o Governo, bem mereço.

Pacheco Pereira
Opinião Sábado 03.07.2015

segunda-feira, 6 de julho de 2015

FESTAS DE SÃO PEDRO NO SEU ÚLTIMO DIA...

Foi assim que começou o meu dia de ontem, a caminho do Casal-de-Almeida, para caçar o bicharoco, parei a meio caminho para vos mostrar os arrozais do Vale-do-Pranto e a Vinha da Rainha lá no monte!

A mesa à nossa espera, onde o bicharoco ficou estendido como o (Rei da festa)!

Esta foi a 1ª menina que brindou connosco!

Seguiu-se a procissão de São Pedro!

Os cavalos e cavaleiros da GNR, tendo o cavalo da esquerda, atitudes estranhas sempre que virava à esquerda, ou à direita rodopiava uns minutos agitando o seu cavaleiro, mas o cavalo como animal inteligente, devia ser anti-político, é a única explicação que encontrei para o seu comportamento!

A fanfarra que sempre marca presença!

A passagem da bandeira das mãos dos mordomes de 2015, para os de 2016!

Para mim acabou, divertindo-me ao ver o salto que a minha neta deu com o seu cavalo preferido!
Até p´ró ano São Pedro, cá estaremos novamente.

sábado, 4 de julho de 2015

ATÉ A BARRACA ABANOU...


Só um cheirinho da (Banda Republika), ontem em São Pedro!
Hoje e amanhã vai haver mais, (festas) é o que nós precisamos...
Continuação de BOM FIM DE SEMANA.