No âmbito de crescimento da sua frota, a DouroAzul criará 222 novas oportunidades de trabalho a bordo dos seus navios hotel, nas áreas da Hotelaria, Náutica, Manutenção e Transporte Terrestre de Passageiros.
Na área da Hotelaria, a empresa procura directores de navio hotel, assistentes de bordo, recepcionistas, chefes de cozinha, cozinheiros de 1ª, barmans, ajudantes de cozinha, empregadas de quartos e copeiros.
O vendaval passou, mas o Céu chora por todos nós e segundo as previsões irá continuar a chorar até ao próximo domingo, "É o nosso fado"...Fiquem com a Carminho.
Estaleiros Navais do Mondego voltam a criar postos de trabalho
O ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, confirmou hoje, tal como o DIÁRIO AS BEIRAS já havia anunciado, um investimento de 18 milhões de euros na reativação dos Estaleiros Navais do Mondego (ENM), na Figueira da Foz, que vai criar 134 postos de trabalho diretos.
De acordo com Álvaro Santos Pereira, vão ser criados 134 postos de trabalho diretos, prevendo a reintegração dos ex-trabalhadores deste estaleiros, e 230 postos de trabalho indiretos.
O plano do grupo português Atlantic Shipbuilding, responsável pela reativação da construção e reparação naval na Figueira da Foz, declarado insolvente no final de 2011, prevê alcançar uma faturação de 66 milhões de euros nos próximos dez anos. A Atlantic Shipbuilding foi formada em 2012 por profissionais ligados à atividade naval.
(Diário As Beiras)
A Câmara Municipal de Miranda do Corvo, em parceria com a Biblioteca Municipal Miguel Torga, pretende incutir, desde a mais tenra idade, ideais sobre a igualdade de género às crianças do concelho. Foi nesse sentido que, no âmbito do projecto 7.2 Planos para a Igualdade – Trilhos para a Igualdade, foi levada a cabo a iniciativa “De pequenin@ se torce a Desigualdade”, com recurso a bibliografia sobre a temática, para uso nos estabelecimentos do pré-escolar.
Olhando o mar, sonho sem ter de quê. Nada no mar, salvo o ser mar, se vê. Mas de se nada ver quanto a alma sonha! De que me servem a verdade e a fé?
Ver claro! Quantos, que fatais erramos, Em ruas ou em estradas ou sob ramos, Temos esta certeza e sempre e em tudo Sonhamos e sonhamos e sonhamos.
As árvores longínquas da floresta Parecem, por longínquas, 'star em festa. Quanto acontece porque se não vê! Mas do que há pouco ou não há o mesmo resta.
Se tive amores? Já não sei se os tive. Quem ontem fui já hoje em mim não vive. Bebe, que tudo é líquido e embriaga, E a vida morre enquanto o ser revive.
Colhes rosas? Que colhes, se hão-de ser Motivos coloridos de morrer? Mas colhe rosas. Porque não colhê-las Se te agrada e tudo é deixar de o haver?
Gritou Zorrinho do PS em Viseu, para o homem do leme, ansioso por se promover a 2º Comandante dum vaso de guerra que navega sem rumo! Eu sinceramente não acredito que, nem com um Seguro como 1º Comandante consigam traçar as coordenadas para seguir o rumo de não colisão, se pensarmos bem, é uma tripulação que nem sequer terminaram a recruta, como terão capacidade para traçar o rumo certo dum navio há muito à deriva, estou convencido que agora só com a voz dum comandante com vários anos de experiência de navegação conseguiremos chegar a bom porto, sãos e salvos!
Como vivo numa comunidade de homens do mar, utilizei linguagem de marinheiro, para melhor entenderem onde quero chegar e vamos aguentando a guinada...
2ª hipótese: Substituição da tripulação e limpeza geral ao navio.
Hoje foram-me enviadas via E-MAIL várias imagens fantásticas por um nosso amigo, não podia deixar de postar algumas delas, para que fiquem a conhecer melhor o valor do meu sorriso!
Já que falo em sorrisos, cliquem nesta imagem e vejam por onde saem as viaturas, isto existe há anos, aqui bem próximo da minha rua, TENHAM UM BOM DOMINGO E SORRIAM.
Pois é...São consequências de ter os mesmos amigos!
Passo a explicar: Ontem o amigo "Tintinaine", teve o conselho de um amigo para mandar a sua empregada à procura dum chá, para curar a gripe pois bem, esse mesmo amigo que também faz o favor de ser meu amigo, informou-me duma promoção de vinhos na garrafeira do Jumbo, logo pedi à minha empregada para lá ir comprar umas caixas de KOPKE do Douro e EA do Alentejo, ela coitada lá foi, mas encontrou a empregada do "Tintinaine" e começou também por procurar nas prateleiras de baixo e como estava a demorar demasiado tempo, fui ver o que passava, ia distraído a olhar para as prateleiras de cima que por sinal era onde estava a promoção e ia chocando com as duas e lá caiam os três, tive pena da minha Genoveva, estava com uma dor de coluna, que já não se conseguiu levantar, portanto meus amigos e amigas, olhem também para as prateleiras de cima, ou sujeitam-se a ficar com toda a garrafeira à vista e já agora, cuidado com os choques porque quem bate na retaguarda é sempre culpado, o nosso amigo poeta/PSP que confirme e que o chá tenha curado o amigo "Tintinaine" UM BOM FIM-DE-SEMANA E BOAS PROMOÇÕES.
Para quem estiver com gripe, deixo-vos este vídeo para se entreterem e boas melhoras.
O debate a sério da “refundação” das funções do Estado começou com um documento assinado por seis técnicos do Fundo Monetário Internacional. A mais profunda, complexa e dura reforma com que o país se confronta nestes tempos não terá assim como balizas as propostas do governo democraticamente eleito pelos portugueses.
Pode ser que tenha havido uma fuga de informação por falha dos assessores do Governo ou do FMI, que isso pouco interessa. Pode ser até que esta fuga tenha sido minuciosa e estrategicamente pensada para assustar o país e tornar mais aceitável uma proposta no futuro que, sendo dura, está longe de ser radicalmente dura como a que o FMI defende. O que interessa, porém, assinalar é que é absurdo, pouco democrático e ainda menos corajoso que a reforma do Estado seja lançada por nomes para nós tão familiares como Gerd Schwartz, Paulo Lopes, Carlos Mulas Granados, Emily Sinnott, Mauricio Soto e Platon Tinios em vez de ter assinada pelo primeiro-ministro de um Governo responsável pelo presente e pelo futuro próximo do país.
Não admira por isso que, em vez de um documento política e socialmente sustentável, estejamos agora a discutir um relatório técnico, frio e distante. Não admira também que as primeiras reacções dos responsáveis partidários e até de membros do Governo o tratem como um filho enjeitado. Para a oposição, o documento do FMI é um alvo fácil de abater. Basta arregimentar os slogans do costume. Para os ministros é um texto difícil de subscrever. Ao atacar interesses de professores, polícias ou pensionistas, a recomendação é uma bomba-relógio política. Mas se do lado dos sindicatos ou da oposição pode haver nesta condenação tanto interesse político como hipocrisia estratégica, a resposta inicial do Governo tem de ser enquadrada apenas na difícil arte da dissimulação.
Face à liderança do processo de refundação agora assumida pelo FMI, pouco adianta haver ministros a dizerem que as suas recomendações têm erros, ou que em cima da mesa está apenas uma entre muitas propostas que hão-de chegar de outros actores políticos e sociais e de outras instâncias internacionais. Para o que interessa, o FMI não inventou uma realidade contabilística. Quem deu os números aos técnicos do FMI e quem norteou as suas reflexões foram 10 ministros e cinco secretários de Estado. Virem agora dizer que o documento do FMI é apenas um exercício externo pode ajudar o Governo a manter-se neutro. Mas não é e bem o sabemos. Este é o programa que Passos Coelho e Vítor Gaspar gostariam de apresentar. As suas prescrições são a síntese do seu programa político e ideológico.
Apesar de ser marcado pelo pecado original de ter chegado antes do tempo e de colocar o Governo no papel do agente que foge às suas responsabilidades, há nas 75 páginas do documento dados, análises e reflexões às quais o país não pode fechar os olhos. Se as medidas propostas são polémicas e discutíveis, o diagnóstico é útil e consistente. Mesmo que muitas das suas recomendações sejam absurdas, socialmente iníquas e politicamente inaceitáveis, o pano de fundo sobre o qual são construídas mostra sem margem para equívocos que muita coisa vai ter de mudar no Estado para que Portugal possa voltar a ser um lugar saudável e com futuro.
Claro que há nas abordagens apresentadas a marca liberal do FMI puro e duro, muito mais devoto da fé nos mercados do que nos modelos de economia social que estão na base na construção do Estado de acordo com a matriz europeia. Mas a leitura comparativa do que se gasta em funções essenciais como a educação ou a segurança entre Portugal e a média dos países desenvolvidos é arrasadora. As críticas à ineficiência do Estado em relação aos recursos que consome têm de se levar a sério. E a constatação de que, “ao contrário de muitos países da OCDE e da União Europeia, as transferências sociais proporcionam mais benefícios aos que têm mais rendimentos do que aos que têm menos, agravando a desigualdade” não pode passar em claro.
Sendo adverso dos limites da política num regime democrático (uma arte do possível), como base o relatório tem méritos. Méritos que serão facilmente afundados no tom do debate que já se iniciou e que promete continuar. Nenhum país com um mínimo de dignidade aceita ingerências com esta dose de brutalidade. Infelizmente, nem esta verdade, tão velha como o Estado, o Governo foi capaz de perceber.
Hoje utilizando o meu pincel da vida, que me pintou o meu cabelo de branco, gostaria de pegar nele e pintar um corpo de mulher, as Deusas do Universo de quem como eu sonhou e amou a vida inteira...Em jeito de homenagem a um belo corpo feminino, deixo aqui algumas das pinturas que adorava fazer!
Ao som de uma bela melodia de violino, tocada por Vanessa Mae!